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Medo de agulha: veja como superar a aicmofobia


Algumas pessoas sentem medo de agulha, seja para tomar uma injeção ou mesmo e fazer um exame de coleta de sangue, por exemplo. Quando o pavor se instala o mal-estar vai muito além do desconforto da picada.

Porém, nem sempre esse sistema interno está funcionando de modo ajustado. O medo em excesso, a fobia, o pavor seja de algo verdadeiramente existente ou até mesmo daquilo que não oferece medo real (é como se fosse uma sensação ?irracional? com a necessidade extrema de proteção) tem a intenção de defesa, acolhimento e resguardo. E, justamente, esse excesso de energia direcionada para autopreservação acaba sufocando a pessoa que a sente, impedindo de seguir em frente ou mesmo lidar de forma satisfatória com a situação.

Sentir medo de agulha pode fazer algumas pessoas questionarem se são capazes de gerenciar bem a própria vida. E pode levar, também, a uma sensação de falta de capacidade da gestão emocional. O problema fica maior quando quem tem medo não consegue fazer atividades necessárias para os cuidados e manutenção da saúde em geral do dia a dia, tais como:

  • Exame de rotina de sangue indicado pelo médico

  • Tomar uma vacina quando indicado

  • Receber uma medicação através de injeção, quando indicado

  • Tratamento como acupuntura

  • Doar sangue (quando necessário ou se possível)

Como superar o medo de agulhas?

Para superar um medo é preciso também tratar a ansiedade. Segundo dados de 2016 da Associação Psiquiátrica Americana 80% dos pacientes diagnosticados com fobia tem cura daquilo que lhes aflige quando feito tratamento psicológico e medicamentoso (quando e se indicado). Mas 50% dos pacientes fóbicos tem recaída por não seguir o tratamento completo pelo tempo indicado, ou seja, apresentam uma melhora significativa, mas por não seguirem corretamente o tratamento, depois de um tempo volta a apresentar algum tipo de problema vinculado ao medo.

As técnicas que contribuem para a cura de fobias, com excelentes resultados e comprovações científicas, são:

  • Hipnose ericksoniana: Criação de novos aprendizados. Transformação para renovar as diferentes respostas. No período de fobia um estímulo específico é entendido como fóbico e após o uso da hipnose a mudança interna acontece e esse mesmo estímulo pode ser aceito como neutro ou mesmo inofensivo)

  • Dessensibilização (ir gradualmente de encontro ao objeto fóbico, com estratégias e planejamentos aquequados para não aumentar mais ou menos e não causar nenhuma situação estressante ou traumática)

  • EMDR (excelente técnica de cura para superação de traumas e sintomas de estresse pós traumático)

  • Novo Código da PNL (através dos jogos de alta performance é possível contribuir para um estado melhor de cura e bem estar)

  • Realidade Virtual (dessa maneira o paciente é exposto de forma virtual, normalmente através do uso de equipamentos específicos, como óculos e fones de ouvido de forma segura em relação aquilo que lhe causa preocupação com toda a assistência e orientação profissional que vai lhe acompanhar durante o exercício).

A magia da superação de uma fobia é algo incrível. Quem vive uma grande conquista tem a produção de neurotransmissores como:

  • Endorfina

  • Serotinina

  • Dopamina

  • Ocitocina

Essa química do cérebro libera uma sensação enorme de prazer, bem-estar, motivação e euforia. Superar um medo é como superar um grande desafio. É uma conquista de enorme satisfação.

Escrito por Adriana de Araújo | Minha Vida

Psicologia - CRP 56802/SP


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